quarta-feira, 16 de julho de 2008

Muito gelo, e dois dedos d´água.


Na antiguidade, os guerreiros eram marcados por sua honra e lealdade a aqueles que usufruiam de seus serviços. Fossem eles guardiões, gladiadores, cavaleiros, arqueiros, enfim. A quebra de valores altamente moralizados era punida severamente de acordo com seus critérios pessoais e/ou sociais a dependender da situação e do tipo de traição. Claramente, as coisas mudaram. Séculos depois, traições sórdidas são planejadas em plena luz do dia. Sem punições, sem condenados. Quase como um belo "bon jour", oferecido antes do café da manhã com mel e aveia. O mais interessante é que podemos perceber como as coisas evoluem a medida que as rasteiras surgem. Claro. Ser traiçoeiro é uma arte que requer prática, e um tempo até que aconteça. Ou seja, o pérfido se aproxima para aplicar o veneno de maneira gradativa e delicada. Como aquele copo de Green Label que seguramos a noite inteira durante uma luxuosa festa porém, tragicamente entediante. É Sabido que no final não dará nada que preste, mas mesmo assim o bebemos. A vida é tão monótona que nos deixamos ser apunhalados para acordar? Temo na resposta para essa pergunta, mas me pergunto sempre se cada golpe baixo desferido contra nós não poderia ser evitado. E se puder, como o fazemos? Mas todas essas perguntas so deixam margem a uma única e mais interessante: Até quando se deve segurar o copo de Wisky?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Forward


Desta vez, aquele ser saltou de férias. Levou parte do "coração" que era tratada com importância. Houve batalhas, inúmeras batalhas. Mas existiu um ponto onde o dito cujo se acomodou, sentou, esperou incansavelmente. E quem sabe a poeira viria a baixar. Já não seria vítima inocente e perseguida de incontáveis acasos que cumpunham a sua história. Ser forte não é o bastante, não sempre. Principalmente por que esse tipo de ferida surge de onde não se espera, justamente onde somos vulneráveis, repletos de medos e desejos não compreendidos. Por essas razões, não poucas, suficientes. Chegou a hora de arriscar por mais, e não por menos. Agora quero as deliciosas tarde de dvd abraçado, assim como o salgado pôr-do-sol das sextas-feiras de verão, pizzas tamanho família recheadas com queijo, muito queijo e o romance de uma amizade, com muita amizade. Nada menos que isso. Não o que agora desejo. Nada mais. Nada menos. Não agora.