
Desta vez, aquele ser saltou de férias. Levou parte do "coração" que era tratada com importância. Houve batalhas, inúmeras batalhas. Mas existiu um ponto onde o dito cujo se acomodou, sentou, esperou incansavelmente. E quem sabe a poeira viria a baixar. Já não seria vítima inocente e perseguida de incontáveis acasos que cumpunham a sua história. Ser forte não é o bastante, não sempre. Principalmente por que esse tipo de ferida surge de onde não se espera, justamente onde somos vulneráveis, repletos de medos e desejos não compreendidos. Por essas razões, não poucas, suficientes. Chegou a hora de arriscar por mais, e não por menos. Agora quero as deliciosas tarde de dvd abraçado, assim como o salgado pôr-do-sol das sextas-feiras de verão, pizzas tamanho família recheadas com queijo, muito queijo e o romance de uma amizade, com muita amizade. Nada menos que isso. Não o que agora desejo. Nada mais. Nada menos. Não agora.

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